2º Evento Nacional de Motociclistas (20/10/2007)
Rota: Porto Alegre/Osório/Torres/Tubarão/Braço do Norte/Tubarão/Torres/Osório/Porto Alegre
Distância percorrida: 720 km
Paralelo ao 2º Evento Nacional de Motociclistas em Braço do Norte (SC), ocorreu o encontro batizado de ASFARC-SUL, que reuniu cerca de 30 integrantes da Lista Shadow600 na cidade. Na festa, muita cerveja gelada, costelão assado e aquela muvuca padrão dos eventos de motociclismo: uns se divertindo em reencontrar os amigos e outros em acelerar suas motos até o final do conta-giros (tem gente que se diverte com cada coisa…).
Mais uma vez (o mesmo já havia acontecido em Urubici no carnaval deste ano), nossos dedicados anfitriões Membro e BonéLee armaram uma festa nota 11: além dos reencontros, também os que se conheciam apenas virtualmente se encontraram (debaixo de um sol de rachar, que se converteu em chuva de pedras no final da tarde de sábado) e a festa rolou desde a noite de sexta até o meio-dia de domingo.
A BR-101 entre Osório e Tubarão (mais adiante, segundo sei, o quadro não é diferente) merece um parágrafo – mas, infelizmente, não é para falar bem. Como morei durante muitos anos à sua margem, ela é uma velha conhecida minha: a usei para chegar ao primeiro grande encontro de motos que fui (em Criciúma, no ano de 1996); nos verões, como tantos outros gaúchos, rodei por ela incontáveis vezes para ir às praias de SC; para chegar às outras cidades da região, não consigo nem imaginar qual seria a quantidade de quilômetros percorrida nela. Ainda assim, neste final de semana, me surpreendi negativamente com a atual situação da nossa “brioi”. As obras de duplicação transformaram a BR-101 numa maratona com vários complicadores: asfalto original (que ainda está em uso enquanto o novo não fica pronto) em péssimo estado, má sinalização (cheguei a errar um dos tantos desvios), o (normal) trânsito pesado que roda por ali, os bloqueios de pista, os apressadinhos, os sonolentos… Em suma: não rode por ela a menos que seja muito necesário. No RS, entre Osório e Torres, há a alternativa da Estrada do Mar (RS-389); se houver tempo, rodar pela Serra Gaúcha e depois pela Serra Catarinense é uma boa pedida. Se não há outra saída, vá de BR-101 mesmo – mas com muito cuidado. Infelizmente essa situação deve durar muito tempo: apesar das placas “Transtorno temporário, conforto permanente” ao longo da estrada, não acredito que a duplicação (entre Osório e Florianópolis) seja concluída em menos de 3 ou 4 anos.


























