7º Motoshow (16/12/2007)


Rota: Porto Alegre/Canoas/Montenegro/São Leopoldo/Sapucaia do Sul/Porto Alegre

Distância percorrida: 160 km

Neste último sábado, fomos eu e o Ogro (a.k.a. Diogro) a Montenegro para o 7º Motoshow (que começou na sexta 14 e terminaria hoje, domingo 16). O local do encontro, o Parque Centenário, é ideal para a realização de eventos: muito espaço, verde, árvores com suas sombras disputadas palmo a palmo em função do forte sol e até um lago. Na festa, cerveja gelada, lojas variadas (capacetes, jaquetas, bandanas, camisetas, etc), espaço para acrobacias, música ao vivo e pouca zoeira.

Na expectativa de encontrar o Peão por lá, coloquei a camiseta do 6º Moto Tchucos na mochila para entregá-la ao seu dono – e não deu outra: lá pelo meio da tarde, o encontrei entre os amigos debaixo de uma bela sombra. Devidamente documentada (foto 5), a entrega da camiseta foi feita e depois disso colocamos a conversa em dia, tomamos algumas geladas à sombra e no final da tarde peguei o rumo de casa.

Mais informações:

Montenegro - Foto 1

Montenegro - Foto 2

Montenegro - Foto 3

Montenegro - Foto 4

Montenegro - Foto 5

Montenegro - Foto 6

(N. do E.: como já estão se apresentando as festas de final de ano, ficam aqui os meus votos de Feliz Natal e um próspero Ano Novo aos leitores do blog. No ano que vem eu volto com mais fotos e observações. Abraços a todos!)

Serra aqui, serra lá (10 e 11/12/2007)


Rota: Porto Alegre/Caxias do Sul/Vacaria/Lages/São Joaquim/Braço do Norte/Torres/Porto Alegre

Distância percorrida: 940 km (consumo médio: 19 km/l)

Mesmo sendo um roteiro conhecido, a Serra do Rio do Rastro (localizada no município de Bom Jardim da Serra Lauro Müller, em Santa Catarina) segue atraindo motoandantes – alguns deles mais de uma vez, como é o meu caso. Além das famosas curvas (a SC-438 é a estrada mais sinuosa do Brasil), a SRR possui o verde exuberante da Serra Geral e seu cânion mede quase 1500 metros de altura.

Apesar da BR-116 entre Porto Alegre e Novo Hamburgo atrasar qualquer cronograma, o trecho até Vacaria deveria compensar – e compensou: como o trânsito lento de caminhões na serra faz com que os demais veículos fiquem por longos quilômetros rodando devagar, basta ultrapassá-los para que a estrada fique vazia até a próxima fila. A partir de Novo Hamburgo, passando por Nova Petrópolis, Caxias do Sul, São Marcos e Vacaria o cenário se manteve: alguns trechos travados, pouco trânsito e belas paisagens (na foto 1, a ponte do Rio das Antas, entre São Marcos e Campestre da Serra).

Chegando em Vacaria (pouco mais de meio-dia, conforme eu havia previsto), abasteci a moto e fui descobrir a localização do Esquinão Lanches, dica do meu colega Luís Fernando “Didi”. Depois do terceiro pedido de informações, cheguei à lancheria e experimentei o tão propagandeado cheese-burger: ele realmente é muito bom e faz jus à memória do Didi. Recomendo.

Depois do almoço e de um pequeno descanso, segui em direção ao Rio Pelotas (foto 2), onde cenário se repetiu: boas estradas (alguns trechos em reforma, com remendos e trânsito alternado), pouco trânsito e filas de veículos na parte serrana. Na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, parei na cabeceira da ponte sobre o Rio Pelotas para tirar algumas fotos e um casal que eu havia cumprimentado há pouco fez o retorno e parou ao meu lado: vinham de Mafra (SC) e estavam indo para Gramado (RS). Conversamos sobre as condições das estradas que havíamos cruzado há pouco e eles me alertaram sobre as más condições da BR-116 a partir do outro lado da ponte (como estavam com uma Hornet, coincidentemente da mesma cor e do mesmo ano que a minha, as impressões deles deveriam ser mais ou menos as que eu teria).

Logo nos primeiros quilômetros de BR-116 após a ponte, as previsões do casal se confirmaram: as deformidades no asfalto faziam a moto pular sem parar, me levando a pensar que uma bigtrail (apesar do asfalto) seria a moto mais recomendada para este trecho da viagem. Até Lages o asfalto continuou irregular e ali saí da BR-116 para tomar o rumo de São Joaquim (para evitar o trânsito de Lages, siga até a saída para a SC-282 BR-282 e dela saia para a SC-438: o acesso do centro de Lages à SC-438 é mal sinalizado e inclui um trecho de calçamento).

Parei para abastecer e esticar as pernas em São Joaquim e logo depois já estava me mandando rumo ao último trecho de estrada antes da SRR: ao longo da SC-438, belas paisagens, asfalto em boas condições, pouco trânsito, várias curvas e um radar da polícia rodoviária (eu estava acima da velocidade permitida, mas nada que uma boa conversa não resolvesse). Pouco tempo depois cheguei à SRR (que dispensa comentários: as fotos 3, 4 e 5 falam por si só) e me diverti nas curvas mais famosas da região sul. Cheguei em Braço do Norte no final do dia, onde me esperavam Boneli e Membro (gracias, malakos!); à noite, juntaram-se a nós Cadinho, Dudu e Ademir: tomamos algumas (fazia um calorão infernal em BN), botamos a conversa em dia e lá pelas 2h da manhã encerramos o expediente.

No dia seguinte, a previsão do tempo se confirmou e a chuva (que me acompanhou até Porto Alegre) deu as caras. Depois de tantos quilômetos de pura festa nas curvas das serras gaúcha e catarinense, não era a chuva que atrapalharia essa bela motocada. Abasteci a moto em BN, coloquei a capa de chuva e cheguei no meio da tarde em Porto Alegre 940 quilômetros mais novo.

Mais informações:

SRR - foto 6

SRR - foto 2

SRR - foto 3

SRR - foto 4

SRR - foto 5

6º Moto Tchucos (02/12/2007)


Rota: Porto Alegre/Sapucaia do Sul/São Leopoldo/Sapucaia do Sul/Porto Alegre

Distância percorrida: 80 km

Domingão ensolarado, céu de motoqueiro, evento em Sapucaia do Sul (6º Moto Tchucos) e eu devendo uma visita ao Avélinho: boa oportunidade para juntar o útil ao agradável (unidas pela BR-116, as cidades de Porto Alegre, Sapucaia do Sul e São Leopoldo deveriam permitir um deslocamento fácil; entretanto, mesmo em um domingo à tarde, o trânsito é bastante intenso – o que torna o passeio um pouco menos agradável).

Cheguei em Sapucaia do Sul mais ou menos às 15h e o previsível aconteceu: em função do forte sol do horário, a quantidade de motociclistas era bastante reduzida na área do evento. Segundo uma pessoa da organização, o movimento no dia anterior (sábado) tinha começado às 17h, horário em que o sol já castigava menos – e até as 20h não havia espaço para mais nenhuma moto. Como o Avélinho só concluiria os compromissos às 16h, aproveitei e fui filar um chimarrão na casa da minha irmã: minha intenção (que se concretizou) era voltar por uma estrada que liga São Leopoldo a Sapucaia do Sul e que é conhecida popularmente como “estrada do mato” (na ida utilizei a BR-116). A “estrada do mato” assume várias denominações ao longo do seu trajeto e está em boas condições (como é possível ver na foto 3): em alguns lugares, há áreas de escape com bancos para o viajante descansar e aproveitar um pouco dessa região. Já em Sapucaia do Sul, dei mais uma passada no evento (ainda continuava um sol escaldante e poucos motociclistas estavam por ali) e segui rumo à casa do Véio, onde tomei uma coca, coloquei a conversa em dia e peguei a BR116 rumo à casa.

Em função do horário que estive no 6º Moto Tchucos, não consegui boas fotos; para compensar, trouxe uma camiseta para presentear (despesas de correio por conta deste blogueiro) o primeiro que postar um comentário neste artigo dizendo qual é a moto da foto abaixo e seu ano (apesar de customizada, ela ainda mantém muitos itens originais). Promoção válida enquanto ninguém acertar ou até o próximo artigo.

Mais informações:

6º Moto Tchucos - Foto 1

6º Moto Tchucos - Foto 4

6º Moto Tchucos - Foto 2

6º Moto Tchucos - Foto 3

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