Conforme previsto nos comentários de um artigo aqui no blog, o Suleiro Avélinho, que está de molho por conta de uma cirurgia (não me pergunte qual: não estou autorizado a dizer), recebeu ontem uma visita surpresa – mas a maior (até para nós) foi o GDM tirar a moto da garagem e colocá-la para rodar.
Refeitos do susto (não víamos o GDM andando de moto desde 1978), colocamos as motos na BR-116 rumo à casa do Avélinho onde já chegamos nos espalhando: a vizinhança decididamente não gostou do barulho (especialmente o cachorro, que se invocou com o barulho da Rári-Dêisson do Diabolin e deve estar a essas alturas no otorrino) e muito menos a esposa do Véio ao ver aquela trupe de desocupados ao redor da churrasqueira. Para completar a baderna festa, chega o Zema, vindo lá das bandas do centro-oeste (acompanhado do pai e do irmão, que não têm culpa do seu ente querido ter amigos baderneiros festeiros).
Ao longo da noite, a comilança de sempre acompanhada daquela (veja bem: eu coloquei no singular) cerveja gelada e muito papo: como a noite era curta para os vários assuntos em pauta, alguns temas ficaram de fora – provavalmente para serem debatidos na próxima Terça Gaudéria (a título de exemplo, os chinelos azuis que o Diabolin carrega no alforge e a agenda do telefone celular do Ogro foram assuntos recorrentes).
Para encerrar a bela Terça Gaudéria com chave de ouro, uma motocada tranqüila pela BR-116 de volta à Porto Alegre: a mesma chuva que nos pegou na ida estava nos esperando na volta. Valeu pela parceria, malakos: os poucos quilômetros rodados foram compensados pela ótima companhia.


























