Rota: Porto Alegre/Osório/Porto Alegre
Distância percorrida: 220 km
A primeira motocada de 2008 (até Osório, para encontrar o Ogro, o Vôdegar e a Iraide que vinham de Florianópolis) começou com sol e parecia que o resto do dia continuaria assim, apesar da manhã chuvosa. “É o prenúncio de um ano com menos chuva durante as motocadas”, pensei comigo.
Ledo engano.
Ao longo da Freeway (BR-290), me molhei e sequei pelo menos duas vezes em função da alternância entre sol e chuva; para fechar a conta, no pedágio de Santo Antônio da Patrulha caiu o mundo e eu, que já estava encharcado, continuei meu trote (a maioria dos carros parou no acostamento em função da falta de visibilidade). Como eu não estava com a capa de chuva, restou rir de mim mesmo com as botas cheias d’água, a jaqueta pesando uma tonelada e as luvas parecendo de boxe.
Chegando em Osório, descobri que o bonde vindo de Florianópolis estava atrasado por causa dos acidentes na BR-101. Para aguardá-los, resolvi ligar para o Daisson e matar o tempo com um bom papo e chimarrão: assim o fiz até 19h, quando me aprumei para voltar a Porto Alegre. Ao colocar as luvas, toca o meu telefone: era o Ogro, avisando que tinham acabado de chegar e convidando para um café na casa da mãe dele.
Ao encontrá-los, cumprimentos, a festa de sempre e as reclamações recorrentes da BR-101. Depois das motos arrumadas na garagem (foto 1) e uma escadaria vencida pelo Vôdegar (foto 2), chegamos à mesa do café (foto 3). Em seguida, devidamente alimentados (eu ia contar que o Vôdegar comeu um bolo de banana quase todo, mas achei melhor não), pegamos a Freeway rumo a Porto Alegre – agora sem chuva, mas com uma quantidade incrível de mosquitos (na foto 4, capacete e colete cobertos deles na chegada).
Conforme haviam programado, Vôdegar e Iraide seguiram hoje rumo à Argentina. Boa viagem aos dois!



