Pela enésima vez (tenho a impressão que a qualquer momento a dona da casa vai nos correr de lá), fomos eu e o Diabolin à casa do nosso grande camarada Avélinho para filar a janta colocar a conversa em dia, já que ele ainda está se recuperando da lesão no ombro e (por enquanto) não pode motocar.
Até lá, uma motocadinha curta para relaxar (apesar da pouco agradável paisagem da BR-116): em alguns minutos já encostávamos as motos no portão do visitado que ali nos aguardava. Na verdade, seriam menos minutos ainda se o ponteiro do bonde não tivesse errado o acesso ao retorno – apesar de já ter repetido este caminho muitas vezes -, mas isso é assunto para a mesa da próxima Quinta.
Nosso anfitrião, notório pela forma como recebe os que batem à sua porta, colocou o filho no serviço (que nos brindou com um excelente churrasco) e – pasmem! – fez com que a Dama da Noite, flor que abre apenas uma vez por ano, se apresentasse no meio da noite. A informação que eu desconhecia (mas o Google aliviou a minha ignorância) é que a flor, entre outras coisas, é alucinógena (palavras do documento publicado no site da USP: “distúrbios comportamentais e alucinações”). Tirem suas próprias conclusões.
Entre geladas, fotos, comida e muito papo furado, a noite foi avançando e as conversas ao redor da mesa ficando mais divertidas: sobrou para todo mundo – a começar por nós mesmos – e os freqüentadores das Quintas que não compareceram devem se retratar nas próximas semanas.
Gracias pela parceria, Diabolin e família Avélinho!
































