- Tem dinheiro que pague isso?
Pensei duas vezes antes de escrever este artigo porque todo o resto aqui descrito seria redundante: o comentário acima, feito no meio da festança que aconteceu na casa de praia do Daisson, dispensa maiores esclarecimentos; associado às fotos, então, dá uma idéia aproximada (exata só para quem esteve lá, haja vista que alguns comentários e fotos não podem ser publicados) do que foi este Sábado Gaudério. Na verdade, este evento foi um desvio de função da Quinta Gaudéria – que às vezes acontece nas terças: tudo muito rígido e formal, o que, diga-se de passagem, é o retrato dessa galera.
Desde a saída de Porto Alegre (onde encontrei com o Avélinho e o Landão para aguardarmos o Diabolin e o GDM; o Ogro seguia por outros caminhos e o Tara já estava na praia) o dia já prometia; a única ressalva era o tempo fechado, com cara de chuva – mas nem ele agüentou a energia positiva dessa gurizada na estrada: poucos quilômetros adiante o sol deu as caras e nos acompanhou até a praia.
Suleiros reunidos, nos mandamos pela Freeway (com uma parada na PRF para resgatar o Zema) em busca do churrasco e das gelatas que nos aguardavam na praia: sem grandes surpresas como sempre, o retão só ficou emocionante quando um cidadão de Pelotas resolveu passar por onde não cabia e quase tira um dos nossos da estrada. Dali para frente, como tudo estava muito tranqüilo, o ponteiro do bonde resolveu trocar de trilho a cada 2 minutos, fazendo com que os demais dançassem um balé bizarro para acompanhá-lo (só de sacanagem, o ponteiro da volta – que não foi o mesmo – repetiu o procedimento).
Chegando lá, os mais preparados trocaram as botas, calças e jaquetas de couro por chinelos, bermudas e camisetas (os demais suaram a tarde toda) e em poucos minutos a excelente carne já estava no fogo e o papo rolando solto. Muito churrasco e risadas depois, aconteceu a esperada sessão de autógrafos (para quem não sabe, o Diabolin atende pelo apelido de Kleber Boelter e acabou de lançar um livro – dá uma olhada no site dele) e o bonde se reorganizou para a volta: para manter a tradição, os que não vieram conosco não voltaram e um que veio se mandou a la cria sozinho.
Pouco antes da chegada em Porto Alegre, a tradicional parada para as despedidas, abraços e sacanagens finais: todos de alma lavada pelo ótimo sábado e já agendando – atenção, Ogro! – o próximo evento. Ao casal de anfitriões Daisson e Jane resta dizer que maior do que as desculpas pela bagunça que fizemos só o muito obrigado pela receptividade.




Mais fotos no meu Picasa.
Até a próxima!






















