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Arquivo de janeiro, 2009

Mais Honda VT600C Shadow

16, janeiro, 2009 Piréx 6 comentários

Pouco tempo depois que escrevi o artigo Honda VT600C Shadow, o Seo Craudio comentou que estava pensando em algo semelhante; entretanto, como eu havia publicado antes (desculpe, Seo Craudio!), ele tinha resolvido registrar no blog as Shadows que os integrantes da Lista Shadow 600 possuem ou possuíram.

O Diário de Bordo recomenda: dê um pulo lá no Cultura de Privada e leia o artigo Shadow 600 – todas iguais, mas todas diferentes, um belo registro – do lado mais poético da coisa, segundo o próprio autor – da máquina que reuniu uma família no seu entorno (falando em Cultura de Privada, o Rava disponibilizou lá na casa virtual do Seo Craudio um artigo intitulado 30.000km de Harley, Softail Standart (FXST) que merece ser lido).

Ainda sobre o artigo da Shadow 600: algumas semanas depois da sua publicação, o atual proprietário da minha ex-Shadow instalou novos alforges (os antigos eram rígidos, com chave, e sua montagem era um quebra-cabeças de 10000 peças) e registrou a nova aparência nas fotos que reproduzo abaixo.

Shadow 600 Landão - Foto 1

Shadow 600 Landão - Foto 2

Shadow 600 Landão - Foto 3

Shadow 600 Landão - Foto 4

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Yamaha Fazer FZ6 S

12, janeiro, 2009 Piréx 2 comentários

Confesso: na primeira vez que vi de perto uma Fazer 600 (com seu painel analógico/digital, semi-carenada, quadro de alumínio), senti um certo desconforto. Estávamos (eu, Avélinho e Ogro) no VIII Motoserra, eu havia acabado de comprar uma Honda CB600F Hornet 2007 e ela nem de perto esbanjava aquelas modernidades: apenas em 2008 a Hornet brasileira passou por um banho de loja e ganhou injeção eletrônica, suspensão dianteira upside-down, painel analógico/digital e outros itens atualizados.

Ostentando um motor (derivado da YZF R6: 4 cilindros paralelos refrigerados a água) que entrega 98 cv a 12.000 rpm e tem torque máximo de 6,44 Kgf.m a 10.000 rpm, a Fazer possui assento a 795 mm do solo, peso seco de 186 kg, injeção eletrônica, câmbio de 6 velocidades e calça pneus 120/70-17 na dianteira e 180/55-17 na traseira; o quadro e a balança, um capítulo à parte, são produzidos através de um processo chamado Die-Cast: injetadas sob pressão em um molde, as peças ficam mais resistentes, flexíveis e leves. A única ressalva fica por conta da suspensão dianteira, telescópica: uma invertida com certeza casaria lindamente com o resto desta máquina.

Segundo a FENABRAVE, foram emplacadas 395 unidades em 2007 e 1024 de janeiro a novembro de 2008: se a progressão seguir na mesma linha, em 2009 teremos muitas FZ6 desfilando pelas estradas (vale lembrar que apenas os modelos 2009, tanto da FZ6 N quanto da FZ6 S, são fabricados no Brasil).

O modelo S (S = semi-carenada; N = naked) 2009 que ilustra este artigo é de propriedade da Iraide (é a segunda FZ6 dela), integrante do Lordes Moto Clube de Florianópolis (SC): quando capturei estas imagens, a moto estava com 573 km (como é possível ver na primeira foto) e fazendo média de 18,8 km/l (gerando uma autonomia de aproximadamente 364 km sem paradas para abastecimento, já que seu tanque tem 19,4 litros).

Mais informações:

Fazer da Iraide - Foto 1

Fazer da Iraide - Foto 2

Fazer da Iraide - Foto 3

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Quinta Gaudéria (08/01/2009)

9, janeiro, 2009 Piréx 9 comentários

Aconteceu ontem, trazida na mala de garupa deste doismilenove que há pouco se apresentou, a primeira Quinta Gaudéria do ano – e em grande estilo: depois de muitos meses de negociação, finalmente o Ogro abriu as portas da sua nova casa para a revista Caras um bando de malacabados pisarem na grama, comerem tudo o que encontraram pela frente, sujarem o tapete da sala e ainda saírem reclamando.

A previsão do tempo, desde a manhã, já avisava que a chuva estava por perto e que no final do dia daria as caras; como ninguém é de açúcar, mantivemos os planos e sequer uma capa de chuva peguei (erro de principiante): no final do dia, conforme combinado, nos reunimos (eu, Diabolin e Landão) na saída de Porto Alegre para mais adiante encontrarmos o Avélinho em um posto de gasolina às margens da BR116. Dali para diante, seguimos naquele balé hipnótico de um bonde na estrada – sempre bonito, mesmo com uma pequena quantidade de motos – até a casa do Ogro, onde o próprio nos esperava.

Carne no fogo, cerveja gelada, muito papo… E veio a chuva. Pesada. Incessante. Mas seguimos o baile: durante algumas horas, ficamos ali, ao redor da churrasqueira, colocando e conversa em dia e torcendo para a chuva pelo menos diminuir. Nada. Então tá: simbora assim mesmo.

Os dois senhores do bonde, devidamente paramentados com suas capas de chuva, se divertiam às nossas custas: pior que eu só o Landão de mangas curtas – mas que foram devidamente cobertas com uma jaqueta surrupiada do armário do anfitrião. A mim, que estava de jaqueta de couro, restou proteger a câmera com um saco plástico (que só serviu para empoçar água) e pegar a estrada; foram cerca de 60km debaixo de uma quantidade considerável de chuva (aumentada pela falta dos equipamentos corretos) e o previsível aconteceu: cheguei em casa com mais água acumulada que uma piscina infantil. Ainda assim, com tudo isso, o bonde que me hipnotizou na ida fez o mesmo na volta: o reflexo das sinaleiras e cromados das motos dos meus companheiros serpenteando na chuva intensa pela BR-116 era uma cena de cinema.

No final das contas, tudo certo: mais uma bela Quinta Gaudéria – a primeira de muitas neste 2009.

Quinta Gaudéria (08/01/2009) - Foto 2Quinta Gaudéria (08/01/2009) - Foto 3

Quinta Gaudéria (08/01/2009) - Foto 4

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Honda XL1000V Varadero

4, janeiro, 2009 Piréx 9 comentários

Concorrente direta da Suzuki DL1000 V-Strom na categoria das big-trails, a Varadero desembarcou oficialmente no Brasil apenas no ano passado, apesar de já existir na Europa desde o final da década de 1990; em meados deste ano, o modelo 2008 chegou nas lojas vestido de laranja com preto ou preto com cinza.

Recheada de tecnologia, a Varadero oferece a segurança do ABS (Anti-lock Brake System) e do DCBS (Dual Combined Brake System): este último, apresentado na Honda CBR 1000F 1992 (a “Hurricane”, que precedeu a Honda CBR1100XX Super Black Bird) é utilizado para que a distância de frenagem seja a menor possível. Como toda inovação, o DCBS recebeu aplausos e críticas: segundo alguns proprietários, o comportamento da moto não é previsível – especialmente nas entradas de curvas, quando o uso do freio dianteiro é bastante intenso – justamente porque o acionamento de um dos freios faz com que o outro também o seja.

Mesmo ao lado de outras  motocicletas de maior cilindrada, o porte dessa 1000 impressiona:  o motor V2 em L de 996 cm³ possui injeção eletrônica, câmbio de seis marchas e entrega 95 cv a 7.500 rpm e 9,9 kgf/m a 6.000 rpm. Os 241 kg a seco (mais os eventuais 25 litros do tanque, óleo, líquido de arrefecimento, condutor, garupa, bagagem, etc) estão equilibrados sobre pneus 110/80–19 na dianteira e 150/70–17 na traseira; no controle de tudo, fica o piloto (protegido por um pára-brisa com variação de 40 mm na altura) no confortável assento a 840 mm do solo.

Segundo o proprietário da laranjona abaixo – El GDM, que a batizou de “Galáxia” -, o motorzão de quase 1 litro bebe pouco na estrada: em viagem recente, rodando sempre entre 120 e 130 km/h, a média foi de aproximadamente 16 km/l – o que permite que sejam percorridos pelo menos 400 km a cada tanque de combustível.

Mais informações:

Varadero do GDM

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HOL Hornets

1, janeiro, 2009 Piréx 6 comentários

Eu escrevi aqui no blog há algumas semanas sobre a Honda CB600F Hornet e, em diversos artigos, fiz referência ao fórum HornetOnLine, uma comunidade com mais de 2000 usuários e um extenso banco de dados sobre a H6 (e, mais recentemente, a NH6) que descobri quando estava levantando informações para adquirir uma.

O fórum está organizado de acordo com o conteúdo das discussões: elas podem estar em Comunidade HornetOnLine (com as subdivisões “Bar”, “Viagens & Aventuras”, etc), Oficina & Modificações na CB600F Hornet (“Catálogos e Manuais”, “Acessórios e Peças”, “Dicas e Truques”, etc) ou Regiões – Encontros e Passeios (“Sudeste”, “Sul”, “Norte”, etc), só para citar algumas. Com a ferramenta de pesquisa, é simples localizar, utilizando uma palavra-chave, qualquer conteúdo que se queira neste enorme banco de conhecimento.

Receptivos ao extremo, todos no HOL se consideram parte de uma família e, ao longo do ano, vários eventos vão transformando as amizades virtuais em reais: mesmo os que não possuem mais suas Hornets permanecem no fórum e este artigo se presta a registrar as máquinas que reuniram esse pessoal.

Com vocês, uma amostra das Hornets do HOL!

Hornet do ghost rider
ghost rider
Hornet do michellyra
michellyra
Hornet do leocarv
leocarv
Hornet do Rafiuscs
Rafiuscs
Hornet do prourique
prourique
Hornet do acelero mesmo
acelero mesmo
Hornet do Vinícius Goiano
Vinícius Goiano
Hornet do felipe24bit
felipe24bit
Hornet do Johnny Bravo
Johnny Bravo
Pessoal do HOL em Poços de Caldas
Poços de Caldas (MG)
Hornet do Leandro Câncio
Leandro Câncio
Hornet do HELRYNETO
HELRYNETO
Sra. HELRYNETO
Sra. HELRYNETO
Hornet do DellHumanizer
DellHumanizer
Hornet do Fuza
Fuza
Hornet do Mau
Mau
Hornet do Lukinha LPMC
Lukinha LPMC
Hornet do Carlinhosfhornet
Carlinhosfhornet
Hornet do Helvio
Helvio
Hornet do npng
npng
Hornet do Cazonato
Cazonato
Pessoal do HOL em Interlagos
Interlagos (SP)
Hornet do Alixandre
Alixandre
Hornet do Édson
Édson
Hornet do Piréx
Piréx
Hornet do Felipe
Felipe
Cabo Frio
Cabo Frio
Hornet do Gilson
Gilson
Hornet do Rangel
Rangel
Hornet do Marcelo
Marcelo
Hornet do Piloto
Piloto
Hornets do Florian e do FCarlos
FCarlos & Florian
Hornet do Bonno
Bonno
Hornet do rodrigonocaute
rodrigonocaute
Hornet do João
João
Hornet do Nemo
Nemo
Hornet do Dri
Dri
Hornet do Gustavo SP
Gustavo SP
Urubici (SC)
São Joaquim (SC)
Londrina (PR)
Londrina (PR)
Hornet do sandro
sandro
Hornet do morette
morette
Hornet do decoh6
decoh6
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