Há exatos 12 meses, escrevi sobre a Fat Boy aqui no blog. Resgato:
Lançada em 1990, a Fat Boy marcou o retorno da H-D à liderança de vendas nos Estados Unidos entre as motos acima de 750 cc e rapidamente se tornou protagonista de uma lenda urbana: seu nome seria uma combinação dos nomes das bombas atômicas lançadas sobre Nagasaki e Hiroshima (Fat Man e Little Boy) e sua pintura, entre outras características, inspirada no bombardeiro americano B-29. No filme Terminator 2 – Judgment Day, o próprio terminator (representado pelo ator Arnold Schwarzenegger) aparece saltando de uma ponte com uma Fat Boy 1990.
Faltou dizer mais, então sigo adiante.
Nestes 20 anos de vida, a Fat Boy carregou três propulsores de diferentes capacidades cúbicas mas igualmente big twins: entre 1990 e 1998, ela foi empurrada por um motor de 1340 cc (Evolution), entre 1999 e 2006, pelo TC88 (um twin cam de 88 polegadas – ou 1447 cc) e desde 2007 pelo TC96 (de 1573~1584 cc). A versão atual possui câmbio de 6 velocidades, torque de 12,4 kgf/m, pneus 140/75-17 na dianteira e 200/55-17 na traseira, freios a disco, assento posicionado a 698 mm do solo, peso seco de 315 kg e tanque de combustível com capacidade para 19 litros.
Além do nome comercial – Road King, Electra, Deluxe, Rocker, etc – pelo qual as motocicletas restam conhecidas, a Harley-Davidson Motorcycle Company (MoCo para os íntimos) batiza suas crias com uma sopa de letrinhas que indica as características de cada modelo. No caso da Fat Boy, as letras significam o seguinte:
- F = Big Twin
- L = High compression
- ST = Softail
- F = Fat Boy
A parte que não é autoexplicativa, o Softail, indica que apesar do amortecimento não estar aparente, ele existe – é portanto uma “falsa rabo duro” – e, ao contrário de outros modelos, o conforto do piloto e do passageiro não está a cargo de amortecedores aparentes ou molas sob o banco.
Para finalizar, uma informação adicional.
No dia 1º de julho, a Gorda foi fazer outro motociclista feliz e seu lugar na minha garagem foi tomado pela Jane, a Fat 2008 que aparece nas imagens abaixo. A exemplo do que eu vinha fazendo com a CB, passo a compartilhar aqui as experiências vividas a bordo da nova companheira de estrada.
O primeiro mito que merece ser desfeito é o do comportamento dela na cidade: apesar do peso elevado (pouco menos de 350 kg em ordem de marcha), a Fat se desloca bem em baixa velocidade por conta do baixo centro de gravidade e o escalonamento das marchas (o câmbio impreciso é outro mito) é muito bom, pois exige poucas trocas; o motor refrigerado a ar, naturalmente, penaliza o piloto no trânsito muito travado. Como ela ganhou logo na segunda semana um ape hanger – ou seca sovaco, como queiram – de 16 polegadas, rodar pelo corredor ficou mais fácil pois ele desloca os comandos para uma posição superior aos retrovisores da maioria dos veículos e, ao contrário do que possa parecer, mantém a posição de pilotagem confortável.
Na estrada, seu habitat natural, Jane mostra as suas armas e roda com tranquilidade em sexta marcha, não apresentando vibração (mais um mito) ou instabilidade no guidão e permite até uma tocada mais forte se o piloto assim desejar – mas a densidade da espuma do banco pode fazer os traseiros mais sensíveis reclamarem depois de algumas horas. Os freios cumprem bem o seu papel (o dianteiro, por sua importância, merecia um disco duplo) e o painel bastante completo para a categoria informa inclusive a quilometragem que pode ser percorrida com o combustível disponível no tanque.
Por enquanto é só: em breve eu volto a falar da Fat para compartilhar os números do consumo, dos alforges, da grelha, do sissy bar e do para-brisa destacáveis, do Power Commander III e das pedaleiras (que substituirão as plataformas).





























Cássio, bem vindo ao mundo HD.
Tá linda a tua moto, a única ressalva seria quanto ao guidom que, particularmente, não curto nesse estili!!!
Tens que dar uma esticada até Torres pra poder dar tuas impressões sobre a estrada!!!!
Parabéns!
Piréx! Parabéns pela aquisição! A Fat boy é realmente fantástica! Eu não gosto muito de HD, mas da Fat Boy especificamente, acho muito legal.
Parabéns Piréx, agora esta de sua posse uma das lendárias motos H-D que pelo menos uma vez na vida algum motociclista ja pensou/sonhou em ter. A Fat Boy é mesmo um BRINQUEDÃO pra ninguem botar defeito.
O guidom da um outro visual pra moto e a deixa com cara de malvada. Mas nesta altura deve ficar desconfortavel em viagens de longas distancias e longas horas de pilotagem. Mesmo ignorando sua estatura, a posição do braço em relação ao punho traz tristes dores no final do dia. Concorda?
Agente se tromba por ai num posto de gasolina na beira da estrada!
Abraço.
Mas que coisa horrorosa, parece um gafanhoto!
Vamos já colocar um parabrisas na moto de jeito a ela ficar “clássica”.
[]‘s
EL GDM
Grande Piréx.
A moto eu conheci, e já aprovei, como bem sabes.
Agora, como foi que ela ficou em pé na primeira foto é o que mais me intrigou nesse post… :>)
Abs.
Tchê, loco!
Fora que ela encarou o rípio de Santa Maria do Herval de uma maneira que nem a DL de um amigo nosso faria! ahahaha.
Moto abraço!
PROu:
Me aguarde, pois vou rodar até aí com certeza assim que der.
Daniel:
Eu experimentei outras, mas a FB me fisgou. Virei fã da monstra.
Giggio:
O que fiz foi me informar com outros proprietários antes de escolher o modelo do seca-sovaco (eu tenho márromeno 1m90cm, por isso escolhi um de 16″). Pelo que pude perceber até agora – rodei apenas uns 400 km -, o que mais incomoda é o alinhamento do pulso em relação ao antebraço e não a altura propriamente dita. Vou esperar mais um pouco para tirar as conclusões definitivas, pois o incômodo pode ser somente falta de hábito.
GDM:
Se a patroa não tivesse batizado de Jane Fonda, eu escolheria Gafanhota.
André:
Segredos do fotógrafo… Seja ele quem for
Alessandro:
É uma Fat off-road!
Abraços!
Sua estatura não vai dar tanto desconforto como daria para mim, que tenho 1m72cm.
Ficou com cara de malvada e acho que vc deveria deixa-la desse jeito mesmo!
Só vai ficar um pouco dificil pra empinar ou praticar RL. Mas isso é o de menos. (risos)
ahhhhh o amor…
Em tempo:
Pra ficar legal tem que colocar a barriga em cima do tanque, fazendo jus ao modelo da moto.
Como já deu pra perceber em algumas fotos que o garoto ta magrinho essa é hora de providencia uma barriguinha de chope. E me chame para ajuda-lo!
Giggio:
Também acho que pela estatura não, mas pelo ângulo dos punhos talvez. Como eu disse, vou aguardar para ver se me acostumo ou se preciso abrir mais o guidão. E sobre o chopp, conte comigo – ainda mais se for aquele do Bar Brahma do Campo de Marte.
Tara:
Namoro novo, sabe como é… Até os defeitos são apenas características.
Abraços!
parabéns Piréx… tenho uma, como sabes… é boa par dar um tiro curto… nos tiros longos nao resisti e voltei para a Adventure da BMW…. os freios foi a maior diferença que senti. acostumado a parar a GS de 200 a zerokm/h com um dedo no dianteiro, na Fat tem que pressionar com a mão cheia além de chamar o traseiro, que pela falta de costumo e velocidade escorregou várias vezes….
Mas a falta de força no dianteiro (e o pneu largo) se justifica pela falta do ABS. Já pensou travar a roda dianteira? então o único disco acredito que seja “proposital”….
Hahahaha…
Ramon, nem fale por que graças aos medíocres freios da HD Heritage Classic tomei um chão neste sábado. Sem contar que a moto sai de traseira que é uma praga. Basta beliscar o pedal.
E a posição de pilotagem dela, punhos pendurados, faz com que numa emergência, ao freiar o dianteiro, a gente acelere a moto também.
Saudades da minha Varadero e seu conjunto ABS…
EL GDM
@EL GDM
heheehh já aconteceu comigo, acelerar ao invés de travar o dianteiro… hheheh e a turma olhando e “pensando” …..”essa turma de harley que só anda final de semana ou em cim de caminhonete” hehehe
Lendo estes relatos chego a conclusão que HD é pra cara com certa experiência motociclistica…
GDM, volta pras motos e deixa as HD´s com quem sabe….
Daqui uns 20 anos, eu terei experiência com motos e dai vou pra HD Road King – a Rainha das Estradas….hahahahahahahahah
Ramon:
Eu ainda uso, por conta do hábito, muito pouco o freio traseiro da Fat – daí o comentário da falta do disco duplo. Preciso mudar as manias adquiridas com a Hornet e a CB1300.
GDM:
Cair faz parte… O que tentamos é cair só quando não há alternativa.
Tara:
Depois o Diabolin reclama que eu pego no pé dele com o pepão ou a rainha.
Abraços!
O que dizer?
“Se não pode vencê-los, una-se a eles”!!!
PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Beijunda.
É isso aí, Boneli
Abração!
Parabéns Pirex !
A Fat Boy realmente é muito linda. To curioso para vê-la ao vivo ! Não sou conhecedor das HD’s, tenho curiosidade de rodar numa para criar opinião sobre essas lendas.
Felicidades com o novo brinquedo.
Forte abraço !
Roger,
Vou te emprestar minha Heritage.
Essa roda mesmo, inclusive nas curvas, hahaha.
EL GDM
Roger, eu também, como sabes, estou engatinhando no mundo da H-D… Mas aos poucos vou aprendendo. A Fat está às ordens para andares quando quiseres (e pelo jeito a Heritage do GDM também).
Abraços!
Opa, mas que beleza, com certeza vou querer aproveitar uma oportunidade dessas, agora fiquei ainda mais curioso com a do GDM, sabe como é, curvas, ah as curvas, quem resiste ?
abraços !!
É só marcar. Estou vendo que em breve teremos mais um Harleyro na área.
Abraço!
Yep… Tem gosto prá tudo… Mas, se te deixou contente que nem pinto no lixo, é o que interessa! Enton… Ainda que a contra-gosto… Parabéns! (blérgh…). Abraçôlhetas; Adv
Quem é que entende essas coisas da atração, ADV? Meio por acaso experimentei a Fat do Daisson, analisei com mais calma no evento de Camboriú outras, voltei pensando nisso… E deu no que deu. E estou gostando muito da experiência.
Abraço!
barriga de chopp? nem pensar!!!
Bem vindo ao time Pirex….
Não se preocupe que você vai se acostumar com ela rapidamente…..eu tenho uma há +- 8 meses e não quero saber de outra vida…..antes tive Yamaha(trail), Honda(trail) e Suzuki (custom)….
A maior dificuldade para quem pega uma Harley pela 1a vez está no peso, mas depois que você acostuma vai gostar porque sofre menos com os ventos na estrada….
Um cuidado especial é nas manobras em baixa velocidade, pois se tiver que freiar abruptamente pode ser difícil segurá-la, nessas horas tem que usar o freio traseiro, para não jogar o peso na dianteira, o que dificulta segurá-la….
A patroa falou, tá falado!
Obrigado pelas boas-vindas, Kastrup. Até agora, pouco mais de um mês depois, não estou achando o peso um problema: no final do mês vou pegar uma estrada (coisa de 2.500 km) e aí sim terei uma percepção definitiva sobre a Fat.
Grande abraço!
Grande Pirex,
” Parafraseando o Yep – “Ainda que a contragosto”, Parabéns pela aquisição. Realmente não sou amante de HDs. Se algum dia optar por uma delas, a escolha seria a V-Rod, motor mais moderno refrigeração líquida etc. Quanto à vibração (mais um mito) que você mencionou, como você conseguiu esta façanha? Tenho alguns amigos donos de HD e quando elas estão na marcha- lenta, eles não conseguem ver as horas no relógio de pulso ou mesmo instalados na moto.
No mais, boa sorte no seu novo brinquedo. Espero que as suas importantes dicas para nós motociclistas não se tornem tendenciosas para as (Motos Custom).
Abs.,
Tudo segue como antes, Danilo – com a diferença que agora eu posso falar por experiência própria de um modelo H-D (marca que muitos amam e outros não podem sequer ouvir falar) e apontar o que é bom e o que não é, da mesma forma que fiz com as demais motos que tive.
A inexistência de vibração não pode ser generalizada: na Fat 2008, provavalmente por conta da motorização, forma como o propulsor é fixado, etc, não é possível perceber desconforto algum no guidão – e quem pode atestar isso é o Avélinho, que possui uma Shadow 750 e também só acreditou quando viu ao vivo.
Abraço!
Danilo / Pirex, a vibração com a moto parada acontece nos modelos touring, e não acontece nos modelos softail.
Os modelos touring são a Electra Glide, a Electra Ultra Glide e a Road King….essas vibram com a moto em marcha lenta e é uma característica dessas motos…porém são muito confortáveis para a estrada, e não vibram andando…..
Já as Softails – Fat Boy, Heritage, De Luxe e Rocker, essas não vibram em marcha lenta…
Espero ter ajudado….
Valeu pelas informações, Kastrup.
Abraço!
Grande Piréx !
Parabéns pelo brinquedo novo.
Divirta-se bastante !
Abração.
Obrigado, Pedro Rogério.
Grande abraço!
Kastrup/ Pirex,
Desculpa pela demora na resposta. Valeu pelas dicas. Como disse, eu não sou amante de HD´s talvez seja por isso que não tenho tanto conhecimento. E realmente as motos dos amigos são Road King.
Abs,
Danilo, teus amigos estão embarcados – na minha opinião – em um dos mais belos modelos da H-D: a RK é um espetáculo. Outro dia eu estava batendo um papo na oficina e uma RK preta parou do meu lado… Que moto.
Abraço!
Grande Pirex..
Fatbrother…
Show di bola sua Fat..
Infelizmente ainda não a vi pessoalmente, mas, prometo, que antes do fim do ano vou dar umas bandas por aí, e colocaremos as gordas pra rodar…
Estou com a Fat fazem 3 anos, e posso lhe assegurar, faz jus a fama…
Nunca tive nenhum problema, seja em fazer curvas ( dá-lhe pedaleira…heheh), ou mesmo em relação a freios…
O seca que coloquei, é um prazer a parte…
Estou gostando muito, e na estrada, pela experiência que tive, rodando Sampa-Camburiú-Sampa, não me atrapalhou em nada o seca, não adormeceu nadinha, muito pelo contrário, parece outra moto..
Enfim, espero que goste da menina..
Grande abraço, amigo..
Coelho
Parabéns pela Máquina…estou muito próximo de adquirir uma 2010 e tenho pesquisado muito a respeito !
Coelho:
Estamos te esperando aqui no Sul, meu irmão… Venha mesmo. Precisamos fazer outra festança como aquela no Avélinho. Tente arrastar o Japa e o Tonhão também: quem sabe não rola uma reedição daquela viagem de vocês?
Caio:
Eu estou bastante satisfeito com a Fat. Como qualquer outra moto, ela tem as suas manhas, mas com a ajuda dos mais experientes (eu aprendi – e aprendo – muito com o pessoal do Fórum HD: http://www.forumhd.com.br/), vamos tirando de letra os probleminhas que surgem.
Abraços!
[...] dos itens que adquiri junto com a Fat Boy foi um Power Commander (já pensando em evitar o cozimento das minhas canelas), equipamento [...]
[...] sua evolução no tempo e suas características técnicas, meu amigo Piréx em seu blog Diário de Bordo já fez com maestria, quero somente aqui deixar meu depoimento como um feliz proprietário de [...]
[...] assim pelo menos até o fim da tarde, voltei às areias da RS-786 para avaliar o comportamento da Fat Boy nesse tipo de terreno e verificar se o suporte que fiz para o GPS estava suficientemente [...]
Oi Piréx!
Li em um artigo seu, que vc pretendia instalar um radiador a óleo na sua Fat, para minimizar o calor do motor nas pernas.
Vc já conseguiu ou ainda está avaliando se vale a pena mexer.
Continuo na dúvida, qual a melhor compra: M1500 2011 (zero) ou Fat Boy 2008/2009… rsrsrs
Abraços a todos que vivem em cima de um motor e duas rodas.
Roberto, analisei as possibilidades durante um bom tempo e, por fim, achei que um radiador de óleo não seria tão efetivo na redução do calor quanto eu imaginava. Para tornar as coisas mensuráveis, comprei um multímetro com termômetro no final do ano passado e tomei nota da temperatura do óleo, das aletas superiores de ambos os cilindros e das curvas dos escapes em vários momentos (no trânsito urbano, na estrada, depois de n quilômetros, etc); resumidamente, apesar da alta temperatura das curvas dos escapes – e quem tem H-D já se acostumou com os estalos depois do uso -, o óleo se mantém na casa dos 90°C na maioria das situações, nada de anormal portanto. Como as curvas dos escapes passam dos 220°C, são uma fonte importante de calor, mas mesmo com uma mistura mais rica (mais fria) não há mudança significativa. Por fim, fiz o que recomendam os mais experientes: desencanei do calor, que nem é tão forte assim no final das contas.
Agora a parte difícil: sobre a compra, o melhor que podes fazer é experimentar ambas. Mesmo que eu já tivesse possuído uma M, minhas observações seriam sobre a minha experiência e ela varia muito de piloto para piloto. O que posso te adiantar é que a Fat é uma moto espetacular, seguramente uma das melhores que tive.
Grande abraço!
Bom dia,
Também estive na dúvida entre a M1500 e um Heritage 2009.
Pensei, pensei… e tentei me imaginar com elas daqui a uns 5 anos.
Optei pela Harlei Davidson….
Estou adorando a moto, não tem vibrações e não tenho problemas com as curvas.
É claro que tem que ter moderação.
Tenho outra moto, BMW GS 1150 e garanto que a HD não vibra mais que ela.
abços
Essa é uma informação importante, Jonathas: a questão da vibração do motor H-D depende muito do modelo, mas eu não imaginava que o da GS 1150 vibrasse mais que o da Heritage. Será que essa regra se aplica às GSs posteriores?
Abraço!
Tenho esta belezura FAT BOY 2010 e estou querendo colocar o seca sovaco de 12 polegadas, me de uma sugestao. A minha estatura e 1.70 cm e penso ira doer os bracos com o guidaao de 16 polegadas. abracos.
Carlos, eu tenho 1,90m e o guidão de 16″ fica no limite para mim, então acredito que fique desconfortável para ti. O melhor é fazer uma experiência e ter certeza que, quando em uso, as mãos não ficarão acima da linha dos ombros.
Abraço!