Rota: Porto Alegre/Cachoeira do Sul/Alegrete/Cachoeira do Sul/Porto Alegre
Distância percorrida: 1140 km
Depois de muito tempo, resolvi colocar em prática a idéia de visitar as capitais Farroupilhas: neste artigo, descrevo a motocada até a 3ª capital, Alegrete; em breve, devo visitar Caçapava do Sul e Piratini. Para saber mais sobre a Revolução Farroupilha, recomendo a leitura do texto Revolução Farroupilha (na Página do Gaúcho) e o verbete Revolução_Farroupilha (na Wikipedia) .
Dia 18: Porto Alegre/Cachoeira do Sul
Apesar da pouca distância que separa Porto Alegre de Cachoeira do Sul (190 km), a BR-290 possui 3 praças de pedágio neste trecho: para alegrar um pouco a vida do viajante, motocicleta paga em apenas uma delas (administrada pela Concepa; as demais são Univias) e só na ida. Ao longo da estrada (que, apesar da pista simples, está em boas condições) a paisagem pouco muda e as plantações de soja e arroz estão sempre presentes (as minas de carvão e pequenas plantações de milho e melancia são raras exceções).
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Dia 19: Cachoeira do Sul/Alegrete/Cachoeira do Sul
Preparado para encarar algumas horas de estrada (Alegrete fica a 350 km de Cachoeira do Sul), fui surpreendido por rodar o dia todo praticamente sozinho: não fossem os caminhoneiros e os hermanos, eu contaria nos dedos a quantidade de veículos na estrada. Por conta disso e das boas condições do asfalto (a concessão da Univias acaba logo depois de Cachoeira do Sul), demorei pouco mais de 3 horas para chegar até Alegrete – com direito a um pastel completo (sim, ele existe) em São Gabriel.
Logo na chegada a Alegrete, outdoors estampam os versos do popular Canto Alegretense, música (mais popular que o hino da cidade, segundo a Wikipedia) escrita por Antônio Augusto Fagundes e Bagre Fagundes que levou o nome da cidade aos quatro cantos do mundo.
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Dia 20: Cachoeira do Sul/Porto Alegre
Para finalizar a visita à 3ª capital Farroupilha, apontei a moto rumo a Porto Alegre e em pouco tempo já estava em casa. Talvez em função do horário, a volta me reservou um pouco mais de trânsito pelo caminho, mas nada que atrapalhasse o trecho final da motocada: ainda deu tempo de tirar uma foto sobre a ponte do Guaíba para encerrar o artigo com chave de ouro.
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