Quando a Internet não tinha o alcance que tem hoje, os organizadores não contavam com as facilidades de um website ou dos e-mails para a divulgação de seus encontros de motociclismo; no lugar dessas modernidades, um impresso (em papel couché) era enviado pelo correio aos potenciais interessados: de um lado ficava o cartaz do evento e do outro as informações (distâncias, hotéis, atrações, etc) sobre a festa.
No momento em que se cadastravam para adquirir o pacote – normalmente, camiseta, comida e festa – de um evento, os motociclistas passavam a constar no banco de dados dos destinatários dos folders de divulgação e, dali em diante, os recebiam em sua caixa postal (a real, não a virtual): via de regra, os cartazes acabavam afixados nas paredes dos motoclubes, dando mais visibilidade ainda ao encontro.
Para ajudar a preservar a memória deste curto período, seguem abaixo alguns exemplos da criativa solução que durante muito tempo ajudou a divulgar os encontros de motociclismo e as cidades que os sediaram (em muitos casos, sediam até hoje: se no começo eram mal vistos até pelo comércio, atualmente os encontros são uma injeção de dinheiro indispensável no orçamento das cidades).

























