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Textos com Etiquetas ‘cb 1300 super four’

Honda CB1300S ABS 2010

23, fevereiro, 2010

Segundo o site italiano MotoBlog, a Honda europeia acabou de anunciar o preço sugerido da versão 2010 da CB1300S ABS 2010 que chegará no final de março às concessionárias: € 11.650 (já com o IVA incluído) ou aproximadamente R$ 28.700 pela cotação de hoje.

Dois tópicos para reflexão:

  1. Ainda me lembro claramente do desembarque da versão 2007 da CBzona no Brasil por R$ 44.000 – e era a naked e sem ABS; em algumas semanas o preço dela baixou para R$ 40.000 e o praticado ficou a maior parte do tempo na casa dos R$ 37.000 (exceto durante a recente promoção que reduziu em cerca de 25% o preço dos modelos 2008 em estoque e colocou os proprietários em pé de guerra).
  2. Já estamos quase no mês de março e ainda não há uma definição no que diz respeito à improvável continuidade da CB1300 (foram emplacadas 431 unidades em 2007, 649 em 2008 e 350 em 2009) ou do início da importação da CB1000R (modelo que, segundo rumores, substituiria a CBzona e seria apresentado no Salão Duas Rodas 2009).

Aguardemos, órfãos da CBzona, aguardemos.

Mais CB1300SF aqui no Diário de Bordo:

Honda CB1300S ABS 2010 - Foto 1

Honda CB1300S ABS 2010 - Foto 2

Honda CB1300S ABS 2010 - Foto 3

Honda CB1300S ABS 2010 - Foto 4

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Para-brisa na Honda CB 1300 Super Four

12, fevereiro, 2010

Apesar de nunca ter negado que a ventania no piloto é o grande calcanhar de aquiles das naked – especialmente em longas viagens, onde o cansaço chega mais cedo para quem não possui proteção aerodinâmica -, sempre defendi que qualquer acessório descaracteriza esse tipo moto, já que sua beleza está justamente em ter suas partes íntimas reveladas.

Na iminência de mais uma motocada ao sul do Paralelo 30, optei por colocar um para-brisa na CB para que a viagem se torne menos cansativa, mas minha opinião segue a mesma: estou trocando a beleza da Gorda pelo conforto de não precisar lutar contra o vento ao longo de mais ou menos 3 mil quilômetros (a decisão de colocar o discutível acessório foi tomada na semana passada em Nova Petrópolis quando vi o modelo que o Bender utiliza na sua Thirteen).

Seja como for, agora – pelo menos em viagens – as bolsas laterais ganharão a companhia de um para-brisa (fabricado e instalado pela Acrilsul, telefone 51 3488 8023, e-mail acrilsul@yahoo.com.br), ofuscando a beleza da minha parceira de viagens mas me trazendo muita tranquilidade (pelo que percebi hoje na BR-290, é possível manter uma velocidade de cruzeiro razoável sem esforço algum).

Para-brisa na CB1300SF - Foto 1

Para-brisa na CB1300SF - Foto 2

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Alforges e baús na Honda CB 1300 Super Four

8, outubro, 2009

Conforme eu já disse aqui no blog, quase inexistem acessórios para a CB13 aqui no Brasil e isso se deve certamente à pequena quantidade (que deve estagnar se a Honda realmente deixar de importar o modelo) de unidades rodando. Para colaborar com os demais proprietários, seguem abaixo duas sugestões para o transporte dos equipamentos necessários durante as viagens.

Ambos – suporte e afastadores – foram confeccionados sob medida no Centro da Moto (em Canoas (RS), telefone 51 3478 6444) e custaram R$ 150 cada. Ainda não desisti da idéia de usar baús laterais rígidos, mas como vou viajar em breve e carregar uma mochila está fora de questão, os alforges Texx TX-09 resolverão bem o caso (se alguém quiser investir na construção de suportes para baús laterais rígidos, o que vem no modelo 2010 da CB 1300 Bol d’Or pode servir de inspiração).

Suporte de baú traseiro

Suporte de baú para CB1300SF - Foto 1

Suporte de baú para CB 1300 - Foto 2

Afastadores de alforges

Afastador de alforge da CB1300SF - Foto 1

Afastador de alforge da CB1300SF - Foto 2

Afastador de alforge da CB1300SF - Foto 3

Afastador de alforge da CB1300SF - Foto 4

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Ócio criativo & Manutenção da Honda CB1300SF

26, setembro, 2009

HondiusUma das principais características – para o bem e para o mal – de um blog é organizar o conteúdo de forma cronológica e em ordem descendente: o efeito colateral mais perceptível disso é que os artigos mais recentes ficam em destaque e não é possível ter uma visão macro do conteúdo. Para resolver esse problema e agrupar as informações das motocadas, aproveitei um momento de ócio (como diz o Diabolin citando Luis Fernando Veríssimo, “a mente desocupada é o jardim do diabo“) para escrever um Google Maps mashup que lista os artigos de acordo com o local e o batizei de Hondius.

Judocus Hondius foi um cartógrafo belga que ajudou a estabelecer Amsterdã como o centro da cartografia na Europa e ficou conhecido pela publicação dos mapas do Novo Mundo, colocando o Brasil em evidência ao documentar as américas.

De agora em diante, um link para esse mashup passará a ser listado na coluna da direita do blog e, quando for acionado, mostrará os destinos das motocadas aqui descritas com um ícone: clicando sobre ele, os títulos dos artigos relacionados àquele local serão mostrados.

***

O sábado serviu ainda para trocar o pneu dianteiro da CB – que, apesar de ainda não ter chegado no TWI, estava pedindo água – e optei por um Michelin Pilot Road 2 (modelo que eu já havia colocado na roda traseira) que custou R$ 523. Comprei também um jogo de pastilhas de freio sinterizadas por R$ 137 (paralelas, naturalmente, já que as originais custam mais de R$ 700): este tipo de pastilha, ao contrário das metálicas, são menos progressivas mas continuam eficientes mesmo se muito exigidas.

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Honda CB 1300 Super Four, 15000 km depois

25, julho, 2009

Tenho escrito seguidamente aqui no Diário de Bordo a respeito das minhas impressões sobre algumas motocicletas e esse tipo de artigo é o que mais repercute, seja na quantidade de leitores ou de comentários: deduzo, a partir disso, que o objetivo de compartilhar informações sobre os modelos que rodam ou rodarão por aqui – um dos principais do Diário de Bordo – está sendo atingido.

Seguindo nessa linha, vou aproveitar os 15.000 km rodados com a CB 1300 para atualizar os interessados (no passado, escrevi sobre ela nos artigos Honda CB 1300 Super Four e Nova Honda CB 1300 Super Four) abordando assuntos sobre os quais mais recebo perguntas.

1. Seguro
Quando adquiri a Hornet, a Porto Seguro estava com uma promoção para motos Honda zero quilômetro; ao trocá-la pela CB, em abril de 2008, transferi o seguro e o valor total ficou em R$ 2,3 mil; ao renová-lo, acabei pagando R$ 2,7 mil e, este ano, o valor cotado foi de R$ 3,5 mil. Depois de muito bater cabeça e até pensar em me desfazer dela, consegui um valor razoável na BB Ouro Auto (R$ 2,2 mil): pelo menos até a próxima renovação de seguro, sigo com a CBzona.

2. Revisões
Nas duas primeiras revisões, nada foi feito além da lavagem, troca de óleo e filtro: curiosamente chamadas de grátis (aos 1.000 km e 6.000 km), elas custaram R$ 111 (R$ 63 do filtro e R$ 48 do óleo) e R$ 112 (R$ 56 do filtro e R$ 56 do óleo) respectivamente. Nas seguintes, passei a bola para o meu mecânico de confiança que, em geral, cobra R$ 80 pelo serviço e materiais (óleo e filtro).

3. Acessórios
A gama de acessórios para a CB 1300 aqui no Brasil é, para dizer o mínimo, limitada. Com a aproximação da viagem ao Uruguai (que está dividida em 4 artigos aqui no blog e o primeiro é o 1000 quilômetros de Brasil, 1000 de Uruguai – Primeiro dia), decidi mandar fazer um suporte de baú semelhante ao que eu tinha visto em um catálogo europeu (existe um para vender aqui no Brasil, mas a fixação dele é mais trabalhosa e achei que seria muita mão de obra se quisesse colocá-lo e tirá-lo eventualmente; por outro lado, ele deve suportar mais carga): o resultado ficou bom, mas acabei viajando com o suporte sem pintura.

Recentemente coloquei um escapamento Yoshimura (TRS Tri-Oval Stainless Steel, comprado na Power Racing por US$ 387 com frete incluso) e fiquei bastante satisfeito: o consumo não mudou, o ruído não é exagerado e a mudança é perceptível – para melhor – no comportamento geral da moto.

4. Pneu traseiro
Para minha surpresa, pouco depois dos 11.000 km o pneu traseiro entregou os pontos (com uso normal, nada de borrachões ao algo que o valha). Pesquisando no mercado, acabei escolhendo o Michelin Pilot Road 2 (bicomposto e com as mesmas medidas do original, um Dunlop 180/55-17 que é vendido na concessionária por R$ 1.308) que custou R$ 624.

5. Mercado
Segundo a FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), no ano de 2008 foram emplacadas 649 unidades da CB 1300 contra apenas 113 nos primeiros 6 meses de 2009: se por um lado isso se traduz em exclusividade, por outro explica a falta de interesse dos fabricantes nacionais de acessórios em criar itens para este modelo.

Até o presente momento, este é o histórico da moto que me acompanha tanto no uso urbano quanto no rodoviário: como eu imaginava quando a comprei, ela se sai bem em ambos os ambientes e não me surpreendeu muito no que diz respeito aos custos envolvidos, apresentando, afinal, uma excelente relação custo/benefício.

Saída do hotel em Montevidéu

Pneu Dunlop 180/55-17 com 11000 km

Yoshimura TRS Tri-Oval na CB1300SF

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