Segundo o site italiano MotoBlog, a Honda europeia acabou de anunciar o preço sugerido da versão 2010 da CB1300S ABS 2010 que chegará no final de março às concessionárias: € 11.650 (já com o IVA incluído) ou aproximadamente R$ 28.700 pela cotação de hoje.
Dois tópicos para reflexão:
- Ainda me lembro claramente do desembarque da versão 2007 da CBzona no Brasil por R$ 44.000 – e era a naked e sem ABS; em algumas semanas o preço dela baixou para R$ 40.000 e o praticado ficou a maior parte do tempo na casa dos R$ 37.000 (exceto durante a recente promoção que reduziu em cerca de 25% o preço dos modelos 2008 em estoque e colocou os proprietários em pé de guerra).
- Já estamos quase no mês de março e ainda não há uma definição no que diz respeito à improvável continuidade da CB1300 (foram emplacadas 431 unidades em 2007, 649 em 2008 e 350 em 2009) ou do início da importação da CB1000R (modelo que, segundo rumores, substituiria a CBzona e seria apresentado no Salão Duas Rodas 2009).
Aguardemos, órfãos da CBzona, aguardemos.
Mais CB1300SF aqui no Diário de Bordo:




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A fábrica da Honda localizada na cidade de Kumamoto, no Japão, é uma das mais modernas e ecológicas daquele país: de sua linha de produção – que possui apenas 130 metros -, sai uma VFR1200F a cada 90 segundos.
No vídeo institucional abaixo é possível acompanhar o meticuloso trabalho de montar essa V4 que ainda não deu as caras no Brasil mas que certamente encontraria seu espaço no concorrido segmento das sport touring. Quem sabe em 2010? Aguardemos.
[Via Moto22]
Piréx Geral honda, vfr1200
Apesar de nunca ter negado que a ventania no piloto é o grande calcanhar de aquiles das naked – especialmente em longas viagens, onde o cansaço chega mais cedo para quem não possui proteção aerodinâmica -, sempre defendi que qualquer acessório descaracteriza esse tipo moto, já que sua beleza está justamente em ter suas partes íntimas reveladas.
Na iminência de mais uma motocada ao sul do Paralelo 30, optei por colocar um para-brisa na CB para que a viagem se torne menos cansativa, mas minha opinião segue a mesma: estou trocando a beleza da Gorda pelo conforto de não precisar lutar contra o vento ao longo de mais ou menos 3 mil quilômetros (a decisão de colocar o discutível acessório foi tomada na semana passada em Nova Petrópolis quando vi o modelo que o Bender utiliza na sua Thirteen).
Seja como for, agora – pelo menos em viagens – as bolsas laterais ganharão a companhia de um para-brisa (fabricado e instalado pela Acrilsul, telefone 51 3488 8023, e-mail acrilsul@yahoo.com.br), ofuscando a beleza da minha parceira de viagens mas me trazendo muita tranquilidade (pelo que percebi hoje na BR-290, é possível manter uma velocidade de cruzeiro razoável sem esforço algum).


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Confirmando a máxima (cunhada pelos proprietários) “mãe é mãe e moto é Shadow”, a Honda disponibilizará em alguns mercados onde atua o modelo RS, mais um rebento da já populosa e bem-sucedida família das Sombras.
Com um visual mais esportivo que suas irmãs VT600C, 750 e Phantom, a Shadow RS lembra a Harley-Davidson Sportster XL 883 tanto pelas linhas gerais quanto pela posição de pilotagem: seu motor é o conhecido v-twin de 745 cc, mas a transmissão final é por corrente e os pneus são 100/90-19 na dianteira e 150/80-16 na traseira.
Segundo o site Motorcycle USA, a Shadow RS tem preço sugerido de US$ 7.799, US$ 200 a menos que o modelo Phantom, e, analisando o line-up da marca das asas douradas para 2010, deve ser o modelo de entrada da categoria.




[Via MotoBlog e Motorcycle USA]
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Apesar de não estar presente no festejado Salão de Milão 2009 (que abre suas portas ao público amanhã), a Honda segue apresentando seus modelos 2010: como o mercado brazuca ainda espera pela definição da continuidade (ou não) da importação da CB1300SF e o início (ou não) da CB1000R, a recém-chegada CBF1000 surge como mais uma alternativa.
Movida por um propulsor tetracilíndrico de seis velocidades que gera 107 cv a 9.000 rpm e 9,6 kgf/m, esta CBF tem peso total de 245 kg, transmissão final por corrente, C-ABS, pneus 120/70-17 na dianteira e 170/60-17 na traseira, tanque de combustível de 20 litros (consumo estimado de 18,5 litros por quilômetro) e para-brisa com 4 regulagens de altura.
Tenho certeza que há muito o que elogiar nesta citizen band, mas, na minha opinião, o painel pouco convencional e completíssimo é o item que merece os maiores elogios; o para-brisa, por sua funcionalidade – quem viaja de naked sabe muito bem – e por estar em harmonia com o restante da motocicleta também é digno de nota. Para finalizar, os faróis que remetem às RRs atuais conferem um ar esportivo ao modelo.
Torçamos para que ela apareça por estas bandas.








[Via MotoBlog]
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