Quinta Gaudéria no Acampamento Farroupilha (15/09/2011)


Acampamento Farroupilha 2011No par de semanas em que os gaúchos celebram as suas tradições, a Quinta Gaudéria se abanca – pela terceira vez: estivemos aqui em 2009 e em 2010 – no Acampamento Farroupilha, evento que acontece todos os anos na Estância da Harmonia (oficialmente Parque Maurício Sirotsky Sobrinho), parque de 65 hectares às margens do Rio Guaíba.

Mais do que a reprodução das lidas campeiras na região central da capital dos gaúchos, as quase 400 entidades culturais formam uma cidade que conta com delegacia, posto de saúde, açougue, restaurantes, bancos e lojas dos mais variados tipos. Entre os restaurantes, vale destacar o que assa costelões à vista do cliente – um misto de churrasqueira e vitrine – e os próprios piquetes, que servem comida campeira ao meio-dia e à noite durante todo o mês de setembro.

Bastou o sol entregar os pontos e a bugrada começou a apontar no Piquete Tropilha Crioula, local da nossa QG este ano: em questão de poucos minutos, a boca da churrasqueira já estava lotada e, antes da boia, a conversa foi colocada em dia enquanto as geladas passavam de mão em mão. Ao redor, em cada um dos piquetes, os eventos mais variados aconteciam ao mesmo tempo – bailes, missas, jantares, shows, etc – e nós contribuíamos com a gritaria de sempre para a festa que em 2011 carrega o tema “Nossas Raízes”. Foram apenas 4 horas de carne gorda, cerveja gelada e muito papo, mas impagáveis como sempre.

Gracias pela parceria, paisanada!

Mais informações:

Quinta Gaudéria cervejeira no Bierkeller (01/09/2011)


Ainda é cedo para comemorar o fim do longo, frio e chuvoso inverno gaúcho – oficialmente ele se encaminha para outros pagos no dia 23 de setembro -, mas parece que o fato de ter vencido mais um agosto animou a gurizada do sul: retiradas as teias de aranha das motos, juntamos a cavalaria no Bierkeller, um não-bar de Porto Alegre.

Mas o que é um não-bar?

Partindo do pressuposto que um bar é o local onde as pessoas entram, têm seus pedidos anotados por garçons que trazem o que foi solicitado e depois com este pedido a conta é paga, o Bierkeller é um não-bar: não é possível entrar sem ter sido convidado por alguém, não há garçons (as pessoas buscam seus copos, bebidas e petiscos) e a conta é paga informando – de boca mesmo – o que foi consumido. Achou bacana? Pois eu ainda nem falei das cervejas, que são mais de uma centena, e da decoração que mantém o local com os ares do armazém dos anos 1920 que havia ali.

Estou longe de ser um iniciado nas artes da cerveja e me limito a beber e depois dizer se gostei ou não; nesse dia, enxugamos Gonzo, Barley, Abadessa, Slava e Maria Degolada. Leve em consideração as minhas limitações cervejísticas, mas na próxima empreitada experimente uma Abadessa, a número 1 da noite na minha modesta opinião. A combinação (ou harmonização, para parecer que estou entendendo da coisa) que fizemos foi a mais alemã de todas: cerveja com joelho de porco regados a muito papo-furado durante várias horas.

Cerveja e joelho de porco, em breve na sua mesa.

Quinta Gaudéria: Minerin no RS (16/06/2011)


Na Quinta Gaudéria da semana passada tivemos a ilustre presença do Minerin – que veio de Divinópolis, Minas Gerais, e daqui segue para o encontro da Lista Shadow em Castro, Paraná – aqui em Porto Alegre (RS): aproveitamos a reunião da gauchada para conhecer o bar Estilo Campo (vale a pena experimentar o carreteiro de charque da casa), grande dica do Mansan.

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