Escrevi aqui no blog há algumas semanas sobre a Intruder M800 2010 e a capa do farol causou polêmica: apesar de eu ter gostado do resultado, a maioria não gostou – e, para minha surpresa, a Boulevard C1500 em exposição possuía a mesma capa (eu continuo gostando – inclusive do painel, que encaixou muito bem no conjunto -, mas aguardemos para ver o que diz o mercado).
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Alguns sites europeus da Suzuki já estão divulgando a chegada do modelo 2010 da Intruder M800 (que aparece abaixo em fotos de divulgação do fabricante): apesar de ser pouco provável que ela desembarque em terras tupiniquins – principalmente porque canibalizaria o mercado da Suzuki Boulevard M800 -, vale a pena conhecer esta custom de linhas ultramodernas.
Empurrada por um motor V-Twin de 805 cc e cinco velocidades que gera 53 cv a 6.000 rpm e 7 kgf/m a 3.200 rpm, esta M800 calça pneus 130/90-16 na dianteira e 170/80-15 na traseira, possui assento a 700 mm do solo e tanque de combustível com capacidade de 15,5 litros, pesa 269 kg a seco e desenvolve uma velocidade máxima de 160 km/h.
Como era de se esperar quando falamos sobre uma moto de aspecto futurista como esta, alguns comentários dos potenciais proprietários são bastante duros: segundo eles, a espera pelo modelo 2010 não valeu a pena. Na minha opinião, entretanto, a Suzuki acertou em cheio (especialmente na rabeta e na capa do farol) e criou um modelo para lá de bonito – tanto quanto sua irmã maior, a Intruder M1800R, que poderia vir para o Brasil competir com a Honda VTX 1800. Quem sabe?




[Via MasMoto.net]
28, fevereiro, 2009
Piréx
Quando as primeiras imagens da Suzuki Boulevard M800 apareceram na internet, os amantes da categoria dividiram-se entre os que torceram o nariz – onde já se viu custom com suspensão dianteira upside-down? – e os que aprovaram as linhas modernas da substituta da Suzuki Marauder: o visual bandido, com muitas áreas pintadas de preto e poucos cromados, associado ao painel dividido entre tanque e guidão, escapes com a ponta chanfrada e a sinaleira traseira com leds são detalhes que destacam essa estradeira entre as suas concorrentes. Os integrantes do primeiro grupo, entretanto, são obrigados a concordar que a M800 chama a atenção por onde passa e não são poucos os que pedem para tirar uma foto ou para saber quanto custa, a quanto corre e quantas cilindradas tem.
Refrigerado a água, o motor alimentado por injeção eletrônica e de exatas 805 cc dessa buleva gera 53 cv a 6.000 rpm e 7,03 kgf/m a 4.000 rpm; ela tem comprimento total de 2.370 mm, peso seco de 247 kg, câmbio de 5 velocidades, pneus 130/90-16 na dianteira e 170/80-15 na traseira, transmissão secundária por cardã e assento a 700 mm do solo.
Em viagem recente, tive como companhia na estrada a M800 2008 (de propriedade do César) que aparece nas fotos abaixo: rodando sempre em torno dos 110 km/h ela fez média de 17,5 km/l, o que permitiu que fossem percorridos aproximadamente 270 km sem paradas para abastecimento, uma vez que o tanque tem capacidade de 15,5 litros.
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Como uma das representantes do segmento big-trail (ou maxi-trail ou dual purpose ou on-off ou big touring ou etc etc) mais vendidas – 990 unidades em 2007 e 777 até outubro deste ano segundo a FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores -, a V-Strom é uma devoradora de quilômetros utilizada por aventureiros do mundo todo – haja vista, por exemplo, a quantidade de proprietários do modelo da Suzuki no fórum Adventure Rider que a utilizam em ambientes tão inóspitos quanto desertos ou regiões com neve.
Apesar do caráter off-road da motocicleta, ela não desaponta os proprietários no uso rodoviário ou urbano: seu motor v-twin a 90º de 996 cm³ refrigerado a água desenvolve 98 cv na marca das 7.600 rpm e 10,3 kgf/m a 6.400 rpm. Com injeção eletrônica e câmbio de seis marchas, a V-Strom utiliza pneus 110/80-19 na dianteira e 150/70-17 na traseira, tem peso seco de 208 kg, tanque de 22 litros e o assento do piloto está a 840 mm do solo – sendo, portanto, pouco indicada para pilotos de baixa estatura (para estes, talvez a versão de 650 cm³ – que está prevista para chegar ao Brasil oficialmente em janeiro de 2009 – seja uma boa alternativa).
O exemplar amarelo (ano 2004) estampado neste artigo é de propriedade do Tara: segundo ele, a moto faz 19 km/l, gerando uma autonomia de pelo menos 400 km por tanque de combustível. Já tive a oportunidade de rodar nela e me chamou a atenção o painel completo, o conforto da posição de pilotagem e do banco (tanto para o piloto quanto para o garupa), o ângulo de inclinação que ela alcança com segurança e a facilidade de regulagem da suspensão traseira.
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